Algumas Democracias, do eixo do
mal do euro ou da má moeda, tal como as elegemos, estão prestes a dar o “peido”
por anos de mau tratamento, conservação incorrecta e gaseificação descontrolada
em “Câmaras e Ministérios” da coisa pública, e agora por imposição das forças
“troikatistas”. Evidência, que a muitos não surpreenderá, tal é o incómodo provocado
pelo cheirete que está no ar e se vem respirando desde há muito. Certos países
estão ameaçados de expulsão do clube da moeda única, e de terem de regressar à
“sua” antiga condição fiduciária, e no caso de Portugal, ao escudo, que será
depois aceite ou não, pelas Economias mais saudáveis, livres de flatulências.
Se assim for, ainda bem que guardei lá por casa, debaixo do colchão, as moedas
do antigamente, que talvez ainda venham a fazer jeito nos primeiros pagamentos,
aos banqueiros alemães e demais credores “atemorizados” por ameaças de não
cumprimento da dívida, e de os mandar ir ao “Totta” logo após estas mal
sucedidas fases, que mais se assemelham a intempestivas fezes, que nos
infectou, e de que maneira.
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