O fascismo não faria
melhor, nem tão rápido. Um progama de rádio que perturba. Um grupo de
jornalistas de hoje, que incomodam. Vozes que se revelam a mais porque dão voz
às pessoas. Gente assim não interessa, não colaboram. Pior - não obedecem. O
abate de jornalistas, que punham no ar um tempo de antena, meritório, higiénico,
foi esmagado pela censura abjecta em tempo de democracia, coxa e esforçada é
verdade, por governantes entronizados por doutrinas obscuras, e para quem a
liberdade de informar e de expressão é ainda uma ameaça que os leva a
desenterrar o lápis azul e à perseguição da palavra. Que "tempo é
este" que silencia "este tempo"? Que processo atentatório da
liberdade se reergue, se desenvolve, e nos quer subservientes e reféns de
causas e interesses de "regimes" ainda de pé, contra o tempo de
ventos e marés de libertação, que sopram por todos os continentes? Portugal,
que parte do mundo ocupa, em que paz podre vive, e que onda da civilização
cavalga? "Sejamos livres de não ter medo".
Sem comentários:
Enviar um comentário