quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

calem-se as vozes


O fascismo não faria melhor, nem tão rápido. Um progama de rádio que perturba. Um grupo de jornalistas de hoje, que incomodam. Vozes que se revelam a mais porque dão voz às pessoas. Gente assim não interessa, não colaboram. Pior - não obedecem. O abate de jornalistas, que punham no ar um tempo de antena, meritório, higiénico, foi esmagado pela censura abjecta em tempo de democracia, coxa e esforçada é verdade, por governantes entronizados por doutrinas obscuras, e para quem a liberdade de informar e de expressão é ainda uma ameaça que os leva a desenterrar o lápis azul e à perseguição da palavra. Que "tempo é este" que silencia "este tempo"? Que processo atentatório da liberdade se reergue, se desenvolve, e nos quer subservientes e reféns de causas e interesses de "regimes" ainda de pé, contra o tempo de ventos e marés de libertação, que sopram por todos os continentes? Portugal, que parte do mundo ocupa, em que paz podre vive, e que onda da civilização cavalga? "Sejamos livres de não ter medo".

                                

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