terça-feira, 26 de abril de 2022

"Os AZOV e os disfarces"

- Quem não permite a Libertação dos refugiados, mulheres e crianças, que se encontram retidos na velha e destruída siderurgia ucraniana, cercada a sete chaves e uns tantos mísseis russos, são os efectivos militares de aço armados, fuzileiros de elite ao que se sabe, ali escondidos, com braço explosivo e dedo no gatilho, que os usa como escudo para se protegerem enquantos os tiverem debaixo de olho e bem junto deles de modo a impedir que os russos ataquem em qualquer momento aquelas instalações à prova de fogo para os fazer sair da toca. Os russos por várias vezes já abriram "corredores de fuga e de salvação para tais retidos", mas o denominado Batalhão Azov não os deixa sair daquela abominável situação, por ordem do "chefe actor e comediante-manipulador", a quem eles servem usando-os como escudo e moeda de troca, e assim pretendem garantir a sua saída em conjunto ou misturados com tais reféns, coisa que os malandros russos não vão em tal "táctica" mesmo que disfarçados de franciscanos que ao pescoço penduram não um "Terço" mas uma quantidade maior de armas mais ou menos ortodoxas. O que espanta ainda é que o PR deste pobre país, sem eira nem beira e pouca terra para abrir valas, apoia um Exército neo-nazi cercado, "zelenskiano, sem comida nem água para distribuir mas muita má fé e sabe-se lá que mais ali dentro ao fim deste tempo todo rodeados de mulheres com ou sem filhotes, o que faz dele, o PR, luso vermelho e verde, a que juntou amarelo e azul, um membro apoiante de tal Força escravizadora e a brincar às escondidas com tais crianças desesperadas e a pedirem apenas um pouco de sol e de pão, deixando-os vir ao "recreio" para sentirem a Liberdade e o sabor da água fresca, com o carinho da família que chora junto a eles e agarrados ao peito que sangra naquele cativeiro há alguns meses. Há aqui qualquer coisa grave que não bate certo e que parece que ninguém ousa abordar, escalpelizar se for esse o caso a frio e sem nacionalismos e posicionamentos políticos mais convenientes e mais submissos! "Coragem portugueses que só nos falta maior visão para chegar lá, ao "teatro de operações e outras americanices pró-Nato", com intuitos malvados por detrás da cortina, que fumo e fogo já há que sobra e vitíma inocentes"! -*(IMEDIATO.28-04)

quinta-feira, 7 de abril de 2022

"Sanções e dalilas"

- Os Estados Unidos que são o big boss do Mundo e quem determina sanções ao mundo feito dalila, e quem determina a sua marcha, são o país depositário de todos os males que grassam dentro do seu território, quase todo ele comprado por tuta e meia, e fora dele. Se tais países dependentes das suas Políticas Internacionais não se libertarem da sua onipresença serão sempre arrastados para a pobreza franciscana, pistoleira e muita texana. Ao proibirem os dirigentes de serem autónomos e poderem governar os seus povos dos seus países, jamais terão Liberdade e terão sempre sobre as suas cabeças a vergasta vingativa yanque. O seu Poder é tão forte e extenso, que um dia até para comprar um grama de sebo, os povos dependentes da UE e de outras geografias, vão ter que lhes andar sempre a lamber as botas vaqueiras com esporas. Tais povos têm este dilema junto de si, e se não tomarem medidas como eles tomam na Política Internacional e por via dos acontecimentos que nos batem à porta e nos mídia repetidamente obedientes, ver-se-ão ainda dentro do nosso calendário de vida, proibidos dos seus bens e dos seus lazeres. Beneficiando da governação autorizada, fraca, limitada e sob o seu domínio, os braços armados de ferro e fogo, e seus vassalos bem instalados, imporão ao Mundo a sua vontade e os seus anseios ultrajantes. Ele, os EUA já são e serão cada vez mais quem indicará os caminhos que cada país deve empreender, quer queiram mover-se a gás ou a carvão carregando às costas o seu sofisticado armamento para que a placa seja "sua Lei" a traçar ou indicar tal caminho. Armamento que está sempre disponível e à venda de quem dele precisar para ir mais longe e com mais mortes a monte, para infelicidade de quem tenha que fazer funerais com dor, sofrimento e muita terra por cima até encher vala atrás de vala e até ao inferno. A Europa tem necessidade de se autonomizar e encontrar formas de se libertarem da sua influência. Enquanto interessar aos EUA tais governantes e países que eles consentem e apoiam, o Mundo não terá paz nem sossego. Um dia talvez que aquele "guarda chuva" que eles constituem, se feche como agora se fecham os abastecimentos de que outros países forneciam e que fizeram vir à tona a necessidade da autonomia que liberta da dependência e da ameaça da bala assassina, os pobres vergados de todo o planeta às escuras e sem uma palavra forte que os faça avançar com mais segurança e estômago mais confortado. Mas por enquanto é o que temos por entre os escombros e o ferro-velho, para nossa desgraça!* -*(DNoticias em 08.04) -*(Imediato - 09.04) -*(CM - 15.04) -*(JN- 13.09«-"É essencial que a Europa se liberte da influência americana»)