sábado, 19 de março de 2022

A guerra dos preços

- Para bem do país e dos seus habitantes, as únicas explosões que se dão por cá são as que rebentam no mercado de preços dos produtos essenciais e nas bombas de abastecimento de combustíveis. Já não falta muito para regressarmos ao tempo das fogueiras a lenha e ao carvão existente, pois o gás também nos evapora o salário, causa rombo com estrondo, e até derruba prédios e andares por descuido, má aplicação, ou mau uso num ou outro lar. O tempo não ajuda, o frio entra pelas frinchas de portas e janelas enquanto assobia pelo ar, e a gente que não é de veludo, tem que se aquecer e ter o estômago aconchegado. As casas são de gelo quase transparente embora a neve não se apresente para jantar ela senta-se à mesa sem manta pelas costas.Temos o país que temos e não é de esperar outro melhor com diferente governação das que temos tido desde os nossos avós que já partiram tesos. Entretanto, vão nos alimentando a esperança velha para aguentar "firmes e constantes" que não há mal que se não vença, com mais atitude, como se diz no futebol. Portanto a solução está na "atitude". O resultado há de aparecer nos ecrãs de tv logo por debaixo de imagens de paz e felicidade, repetidas ou a correr várias vezes, venham elas de onde vierem. O que é preciso é teimar, teimar, até esfumar se entre tanta explosão de preços nos mercados, grandes ou pequenos. Em qualquer deles temos é de puxar da carteira como se puxa um gatilho e pagar por tanto mal que nos fazem sem contrapartidas. Haja Deus e muita fé nos anjos que nos confortam e governam desde Belém, que os de Kiev estão longe mas servem de desculpa e enriquecem muitos com tais guerras especulativas. O povo é quem paga, embora lhe apeteça explodir por tanto sofrimento que lhe mete em casa ainda de pé e por enquanto, com um cheirinho de Energia que alimenta a lâmpada como vela tímida de baixo consumo e que ilumina alguma coisa. A carteira da salvação, essa mantém-se cada vez mais mais apagada e a orientar-se na quase escuridão. -(JN- 28/03: abrv) -("IMEDIATO"-19.03)

quarta-feira, 9 de março de 2022

A "grande guerra da mentira forjada"

... eu não percebo nada disto nem de outra coisa qualquer que meta chumbo à lei da bala, apesar de ter sido Ranger reconhecido. Todos os dias nos meios de Comunicação Social, ouvem-se notícias sobre o que vai pelos céus euroasiáticos e por lá perto, de que os ucranianos matam milhares de soldados russos, abatem centenas de aeronaves sofisticadas, dominam as redes sociais, capturam centenas de armas e seus operadores fardados e que falam a mesma língua, e por vezes até são compadres, mas no entanto são os russos que avançam a cada dia e cercam cidades, tomaram-nas por dentro e por fora,e os canais Ocidentais obedientes a imperiais interesses superiores com cheiro a gás e a petróleo e que ajudam à nossa incompreensão do desastre à mistura com o crime de dor e de sangue a que se segue a dor e o luto, mas são incapazes de parar os malandros que põem em fuga os que resistem até atingirem outros "paraísos" que lhes dêem paz, pão, habitação, aconchego e carinho junto a um qualquer fogão, e os salve daquele perigo em que uns tantos irresponsáveis, incompetentes que nunca foram bons actores em palco nenhum e que agora procuram culpas por entre escombros e cadáveres. Logo disso e a seguir fazem propaganda nos tais mídia que os acolhe nas câmaras e aparelhos de imagem também eles sofisticados e de longo alcance com redacções revisteiras que querem vender papel tingido e a escorrer a miséria do sofrimento arrepiante. Os protestos de nada valem e pelas cidades postas em calma e bem de vida vão fazendo o que sempre fizeram; bailes e festas e conversas fúteis sobre quem é que tem mais razão e quem vai vencer o conflito, não sem beber o seu cafezinho, o seu pastel de Belém, e o almoço requintado na hora certa e na mesa recheada. Por esses cantos e paisagens não há freelancers com objectivas que captem tais acontecimentos para no dia seguinte a gente ganhar essa "diferente guerra" de veludo e de bom pasto após leitura do belo trabalho captado e falseado por vezes, que as Redacções requerem e lhes dão espaço e foto manobrada. São assim as guerras de informação e de mentira à mistura, para parecerem verdadeiras na defesa dos Grandes Líderes das contendas assassinas e de outros Continentes, que hão-de aparecer por cima das valas mas bem abrigados, para se apoderarem dos despojos ricos e em bom estado, e a venderem a pomada que guardam a sete chaves junto do "armamento de última geração". Porque não chove neste país é que ainda não se encontrou o culpado da situação, ou então será o mesmo dos males que caem pelos tais céus "caucasianos" que os cossacos deixaram para trás. Certo certo, é que são os russos os maus da fita, neste filme que terá sempre um mau - THE END -(IMEDIATO:-11.03) -(DNotícias;- 12.03)