segunda-feira, 27 de setembro de 2021

"O Presidente fala"

O Presidente fala! - Quando Marcelo, o último Presidente reeleito e em função, avança à procura de uma cura qualquer para a deriva do país, fala do que pensa saber e do que tenta acertar. Agora nestas eleições autárquicas convoca-nos a exercer o direito de voto para escolher os novos que são quase sempre os mesmos, a pegar em tudo quanto há e toda a papelada que o Concelho a que se candidatam tem em arquivo e debaixo de olho para enriquecerem à custa dos "lavradores" que os elegem. Eles escarafuncham os Contratos suspensos para os libertar e lhes dar seguimento, e ver o que deles podem retirar para aumentar o seu pecúlio pessoal. O Presidente de Belém quando fala sobre estes "trastes", diz que os jovens e os válidos devem votar para termos o direito a exigir melhor qualidade de vida, em casa e no concelho esventrado mas apetecido. Esquece o PR, que os jovens desempregados e os outros precários, e os idosos mais lúcidos e mais tesos, sabem que votar nas autárquicas é eleger ladrão que substitui parceiro da cor, ou continua para não deixar côdea nem osso com tutano de recheio. Ele quando aparece vindo com mãos a abanar, sabe-se lá de onde, chega à terra a que se candidata e passados 4 ou 6 ou 8, anos, e tendo-lhe sido dado um cargo, um gabinete com miúdas com dois palmos de cara e pouco miolo mas boa perna, após medidas a olho fino de alta abaixo, é vê-lo com carro a estrear, casa de luxo logo ter abandonado o barraco em que vivia, e aproveitar-se do cargo que a sua equipa do mesmo talhe o consinta, o tolere como equipa que são. Normalmente ninguém se interroga, ou se o faz é em tom tímido e sob máscara, a mesma que trás consigo desde o 1º dia de uso obrigatório. O Povo elege nas autárquicas um conjunto de candidatos, de uma lista, perigosos e habilidosos na arte de ludibriar o pagode votante. Acresce a este comportamento um PR que incita ao voto, insinuando-lhes que tal acto é um valor superior e que só enobrece quem o faz, ou seja quem contribui para eleger novos desonestos nos actos que lhe vão cair ao seu pelouro e dos quais o eleito nomeado na "pasta certa" tira dividendos com cifrões gravados a ouro na bandeira do partido pelo qual concorreu e lhe deu cadeira segura por uns anos. De tal modo é assim que já se diz, que mudar de partido e de eleito é o mesmo que mudar de ladrão. E agora que se fala de novo em regionalismo e que a "bazuca" vai chegar para dela tirar uns bons milhões, então é vê-los a espumar para ver quem tira mais em seu proveito, depois de consultados os construtores que serão escolhidos através de concurso controverso para as obras há muito exigidas, prometidas, necessárias, mas nunca começadas e claro esquecidas ou adiadas para o senhor que se segue, que até pode ser o mesmo que ocupa agora o gabinete que trata de tais assuntos. Qual a razão que impede de se avaliar o património de um candidato que pretende alcançar um pelouro e verificar o mesmo património assim que ele termina a sua função e fazer as contas do que tinha e do que agora tem quando parte lá para a sua "terriola" aonde comprou bom terreno e melhor solar que ele já o tinha também debaixo de olho? E desta prática tirar as ilações devidas e querer saber de "onde lhe chegou e foi atingido pelo o tiro da bazuca" que o enriqueceu em tão pouco tempo? E o PR, em exercício e falante sobre tudo e até do suposto, não faz força para legislar melhor e com mais contundência sobre esta verdade que incomoda, já sei, os que podem ser apanhados nesta rede de interesses e influências rasteiras, que saem caras ao povo que é animado a participar num acto, pela mais alta figura do Estado, que se revelará indecoroso e prejudicial no tempo e no espaço ocupado por "assaltantes" ao Poder Local? Aqui ficam algumas interrogações que não arrastam os pensantes sérios até às mesas de voto, mas contribuem para a abstenção profunda! Joaquim A. Moura ("IMEDIATO"- outº 03/10) (DNotícias:27/9)- Funchal) (CMª- 04.10)

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

"Meia volta, volver!

Meia volta, volver 08 set 2021 02:00 -Mais uma vez, o E.U estão de volta a casa e em passo de corrida, querendo ver o mais rápido possível o Afeganistão pelas costas, e sem tempo sequer de olhar para trás. Sempre que tentaram invadir território é há mais de dois séculos que o teimam em fazê-lo sem olhar a meios e a mortos, que isso é coisa que não lhes falta, saem sempre de mãos a tremer. Assim foi e assim será, pois é a única potência mundial que anda sempre à procura de um local geográfico, mesmo nos confins do planeta e fazer dele um cemitério a campo aberto, dando oportunidade de emprego aos coveiros que se alinham para se alistarem em tal emprego, pousada as armas que arrefecem até à próxima “aventura”já engatilhada. Os E.U. não aprenderam com o Saigão-Vietname, nem com Cuba, o Iraque e o que mais se sabe. São, convenhamos, um país guerreiro desde a matança indiscriminada dos indígenas, também chamados apaches que deram origem à banda desenhada a seu favor e ao cinema de modo romântico e ao México ali tão perto, que serviu e serve ainda de refúgio à sua bandidagem em fuga com os bolsos cheios a tilintar falcatruas e crime. O seu povo não tem a culpa toda, mas serve-se de tal política, pois nunca a rejeitou e até põe uma bandeira à porta ou janela para nos dizer que ali houve herói que se notabilizou numa guerra que eles abriram lá nos tais confins. É o culto aos seus filhos com garbo e luto nas costas, e sempre armados por detrás da porta. Mais uma vez violaram o príncípio, “ninguém dos nossos ficará para trás”, o que se revelou mais uma falsidade pois ainda procuram muitos dos seus que sem tempo não conseguiram pôr-se a salvo e serem resgatados e pelo Afeganistão permanecem a pedir que de lá os tirem com brevidade de modo a que a desgraça não aumente. Podiam ser os norte americanos um dos povos mais felizes, se não entrassem em tantas cavaladas e cavalgadas, se vivessem com a riqueza que lhes está associada e que eles tão bem exploram. Mas não. Eles se não forem matar para terra alheia, fazem-no no seu próprio terreno, quer seja num bar, numa sala de espectáculo, numa reunião em família, num escritório, supermercado, ou coisa parecida com espaço e gente inocente, seja preto ou branco, criança ou adulto?. Que se há de fazer a um país e a um povo assim Educado, incentivado, animado em que fazem “festas mortais” numa rua ou acampamento, a qualquer momento em que os ponteiros de relógio se movem num pestanejar por onde parece só sair ódio aos povos pacíficos e com cultura própria e independente? Mais se verá infelizmente de tal Potência dentro do prazo por eles mapeado!* -*(Expresso-27.08) -*(DNot.) -*(Imediato) -*(JN.13/09 -"afinal a retirda do Afgnt.n/foi como nos filmes")