quarta-feira, 28 de julho de 2021
Dinheirinho precisa-se ó Costa!
segunda-feira, 26 de julho de 2021
VACINAS
VACINAS
- Anda por aí um tal de "Vice-Almirante" devidamente fardado, como quem está no campo de batalha camuflado e sem fazer grande ruído a combater um "bicho de sete cabeças" chamado de Covid 19, e reclama de vez em quando, de acordo com o insucesso obtido no combate, de que as mortes, que é a quem interessa dar luta, se deve à falta de meios, principalmente de vacinas ou de vacinação a quem não se chega à frente para a levar a tempo e horas. Constata-se porém que desde que tais vacinas, excepto aquelas de países que não dão boas contrapartidas, chegaram em número suficiente( que ele nega) para a população ligeira que dela precisa sem urgência "de passo de corrida". Acontece que desde que apelam e apelaram às pessoas mais renitentes ou negacionistas em as tomar, vem o número de mortos a aumentar desmesuradamente por todo o país. O defeito deve estar em algum lado e não deve ser por causa do contrato do Ronaldo com um clube qualquer ou à sua medida que não lhe dá o que ele quer para ele chutar a bola, assim que o jeito lhe chegue à boca da baliza ou em forma de bazuca. O Governo palrador, e a ver sucesso quase em tudo que toca, tenta meter mentira no povo que vai chegando, e mesmo sabendo que está em offside, vai-lhe dando esperanças que estamos à beira de dar goleada ao vírus que se defende e ataca com toda a força e até se reforça com "variantes" que se ajustam logo ao terreno. Resultado. O número de mortos vem aumentando depois de ter atingido o mínimo nestes últimos meses, antes da dose dupla, "jogos e minutos adicionais" e as equipas não sofrem mexidas para fechar mais e melhor os elementos ou activos que compõem as equipas da Saúde em esforço continuado e já pouco animado de chegar a resultado mais animador. O "Presidente da Res-pública", esse continua a dar palpites e tácticas chochas entre a camada jovem e a mais velha, e a tirar selfies com toda a populaça de rua e hospitalar por onde passe, sempre com um sorriso apalermado e discurso patético repetitivo. Assim sabemos que se nada for alterado, o ritmo do "jogo" vai continuar até que o resultado final se vire contra nós mesmo estando a jogar em casa, pois que é dele no fundamental e também de nós que resistimos à sua mediocridade das posições em campo que ele manda tomar. Sim, porque é ele o "mister" que dá ordens a tudo e a todos. Que não haja dúvidas. Ele, que não se ponha de fora, que do cartão amarelo alaranjado não se livra ou esgueira, como é seu costume, lá por "onde a Terra acaba e o grande Mal começa"!
-(hoje 29/07 no DNotícias
-( IMEDIATO - jornal)
-( JN-04-08)
sexta-feira, 23 de julho de 2021
Férias!
Férias!Opinião de Joaquim A MouraAs férias estão no seu arranque e os carros privados ou alugados para o efeito também estão alinhados ou já em marcha em direcção ao destino pensado e até sonhado. As estradas e auto pistas ganham movimento e estão bem conservadas ou em arranjo, embora perigosas caso ande ministro por elas em grande velocidade, pois há muito que o trânsito através delas tem diminuído por diversas razões. Ora foi o covid, ora os combustíveis caros assim como as portagens, ora o desemprego que diminuiu ou desapareceu, mas há o subsídio generoso que esticado dará para tal fantasia. Os que ficam ou têm que permanecer sem o gozo que elas proporcionam e o Verão incerto que se apresenta, ainda são a maioria, e o cão mais o gato têm que ter quem os trate neste tempo de “abandono” e de tratamento habitual. Fica dispendioso arranjar alojamento para os animais e mais fácil será então largá-los enquanto colocamos as bicicletas no tejadilho da viatura, e se crianças houver lá terão que se encaixar bem apertadas por entre a tralha que os entretém enquanto os pais após chegada, erguem castelos de areia e vão de balde na mão buscar água ao mar para as alegrar e deixarem de aborrecer. O país não está assim tão mal afinal, excepto os mesmos de sempre que não saem dos bancos do “seu jardim público” ou da ramada que dá pouco, mas serve de sombra a custo zero, e servem a idade adequada dos utentes a postos sempre com data de consultas médicas amiíude. Então roncam os motores e as estradas vibram e fartas de esperar, bem como os restaurantes das bermas a convidar para a côdea. É preciso também pensar pelo caminho em poupar algum, para dar uma folga maior no lugar onde o sol brilhará mais, e se se parar é para um pequeno almoço frugal e rápido, que as crianças passam bem com um chupa-chupa, gelado que seja. Para pagar estas pequenas contas, contam-se os trocos que foi-se depositando numa lata e que rapada agora já dá para este fim. O que é preciso é garantir que não falhe o combustível e um bom almoço à chegada numa esplanada bem ordenada e avisada como manda a legalidade estatal. Passados os dias planeados, a pele tostada e vistosa, chega o tempo de regressar. Repetem-se gestos, deveres e práticas nas manobras, e vira-se de direcção retomando a estrada, agora pelas antigas em mau estado, e para não pagar portagens que já não há dinheiro nem na lata nem no bolso. Espera-nos à chegada ao lar-doce-lar, o cão e o gato se por lá estiverem e não partiram do lugar, e se tratados foram na ausência dos donos. Alimentados bem ou mal foram por certo, pois que lixo junto a contentores não falta e eles se serviram sem precisarem de guardanapos nem de certificado. São assim as “férias” de muitos portugueses, que dos outros andam lá pela estranja rica com boas condições e que dão outro gozo e mais “estórias” para contar aos amigos. Ainda bem! Leia mais artigos na página de opinião do IMEDIATO.
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