segunda-feira, 15 de junho de 2020

O Crime compensa e faz bem à saúde!




O Crime compensa e faz bem à saúde!

15 JUN 2020 / 02:00 H.








    Todos os dias abro os jornais, e deparo com fotos legendadas, de ex-ministros, ex governantes, administradores ainda no activo e já com um pé ou os dois pés de fora, mas com responsabilidades em cada um dos dedos das bases que os mantêm de pé e seguros. Em nenhum deles vejo um ar de má disposição, atrapalhação, preocupação. Sorridentes quase todos, felizes, e a parecerem limpinhos de fato e gravata de costureiro famoso. Todos acusados, segundo os relatos escritos, do que estão suspeitos de crime e sujeitos a condenações, diversas. A Justiça ameaça-os que os vai submeter a julgamento pelos crimes cometidos, e não são poucos nem de baixo valor. Eles, ao que se lê, só não levaram das Empresas que “conduziram”, as cadeiras fofinhas em que se sentavam e espreguiçavam, entre dois cafezinhos e algum encanto. Mas ao que se adivinha, continuam numa estilo de vida, confortáveis e no luxo, que as fortunas “desviadas”, sempre permitem. Está comprovado, assim, que o Crime de colarinho branco gomado e em boa companhia, faz bem à saúde. É capaz de dar trabalho para lá chegar, mas uma vez atingido o objectivo, o que é necessário, é um cofre largo e um gerente amigo em Banco que os receba, por cá e além, em gabinete tranquilo e sigiloso, que seja cego, surdo e mudo. Eles percorrem algum risco, mas são bem compensados pelo esforço que fazem para gerir tão grandes Empresas, onde colhem e depositam bons lucros, e satisfatório rendimento. Todos têm nome, mas nem todos os nomes foram ainda chamados a prestar contas dos saques, dos buracos, desvios, ou cambalhaços que cometeram. A Justiça perdoa-lhes quase todos os desfalques e por isso reduz-lhes as penas ou substitui-as por ressarcimentos de alguns milhões, perdendo os que ficam por pagar ao Estado e contribuintes, os restantes. Os julgamentos em tribunais, costumam dar em nada, e dão a advogados de nomeada parte dos lucros retidos pelos ex e activos governantes, agora ainda só sob suspeita e em gozo de férias, que a quarentena foi-se. Eu, por mim, já me contentava se ganhasse por mês, o valor que lhes custa uma garrafa de Champanhe espremido de castas superiores, que eles consomem por dia lá pelos paraísos que eles frequentam. É que a minha sede de Justiça, é maior do que a deles de tais bebidas raras, saborosas, bem decantadas e espumadas. Vai uma taça? *

    *(texto envdº a DNot. em 13.06/Publcdº15.06)
    *(JN-29.06.020)










    quinta-feira, 4 de junho de 2020

    O Professor Júlio Mesquita

    O Professor Júlio Mesquita, meu vizinho há décadas, era o melhor vizinho que se pode ter. Carece de lhe serem apontadas duas ou mais qualidades que ele elevou e nos deixou como grande exemplo de como devem-se comportar os Homens.
    O senhor Mesquita que chegou a esta terra na qualidade de Professor do Ensino Básico, aqui se fixou e constituiu Família maravilhosa, foi até ao seu “desaparecimento”, mas não do esquecimento, sempre um nosso Professor.
    Ele deu-nos Lições de vida e de comportamento como nenhum seu antecessor nos cargos que ocupou e representou.
    O Senhor Mesquita, levou um estilo de Vida exemplar, limpa, como nenhum outro. Não sendo oriundo deste Concelho, foi um dos melhores Penafidelenses que alguma vez ocupou cargos de mérito elevado.
    Nenhum seu antecessor soube ser Provedor entre outros cargos com a seriedade e honestidade como ele os desempenhou, e com a disponibilidade e sacrifício com que o fez. Recusou qualquer benefício a seu favor ou dos seus familiares. Trabalhou pro bono, sem ambições que não fossem prestar o melhor serviço em prol dos necessitados e de quem dele necessitava. E essas características não podem deixar de ser referenciadas, pois elas são o contrário das manifestadas por aqueles que se serviram dos cargos para “meter ao bolso” tudo o que o cargo(s) permitia, deixando a marca da desonestidade e do oportunismo, e “estórias" de condenar.
    Tomara Penafiel, voltar a ter na sua Sociedade e nos diferentes cargos que o Professor Mesquita desempenhou, com a mesma qualidade elevada como só ele o foi capaz de exercer. Ele foi mais penafidelense, não sendo nascido aqui neste concelho, do que os que se acham albardeiros, mas com um perfil e personalidade pobre e pouco séria, que não engrandeceram o nome da terra, tal como o o Professor Júlio Mesquita a soube elevar por cá e por mais além.*
    Joaquim A. Moura
    Penafiel
    *-(publicado in "O Verdadeiro Olhar" - on line)

    quarta-feira, 3 de junho de 2020

    Liga dos Casos

                                                                        Famalicão 2 vs FCPorto 1

     

    - (in DNotícias-Mdrª)
    -(CMª-05/06)


    LIGA dos casos

    06 JUN 2020 / 02:00 H.






      FCP reinicia a Liga portuguesa com exame negativo, depois do interregno provocado pelo covid 19, nome dado à pandemia que corre ainda mundo e vai fazendo vítimas pelo caminho, tal como agora aconteceu em Famalicão, embora sem ser pelo mesmo mal que agora só infectou os adeptos azuis e brancos, e reforça os do clube da Luz. E logo no começo, e já o Famalicão ia na frente beneficia de um enorme erro do árbitro, que devido a uma cegueira sem explicação, ou talvez com origem no dito covid, não viu uma falta clara de Pepe, que fez um penalti maior do que o vírus que nos assola e incomoda, o que daria ao Famalicão uma vantagem madrugadora para solidificar a vitória que já possuía e acabou por conquistar justamente. Com erros deste tamanho e a repetirem-se, o futebol português vai ter de entrar de novo em quarentena, afim de despistar todas as suspeitas de continuar contaminado. Vitória justa do Famalicão por 2-1 e derrota do FCPorto que lhe pode ser fatal para reconquistar o Campeonato Nacional, a que chamam “Liga Nos”. Minha não é de certeza, mas que muitos a desejam, nem que seja por linhas tortas!
      Joaquim A. Moura






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