- Parafraseando o autor de um artigo do jornal JN, "Um juiz sem passadeira":- "Imagine-se o seguinte cenário. Um homem entra em casa e vê a mulher a usar a sua pomada dermatológica noutro homem". Reage mal e é preso. Um advogado endireita da parte ofendida, vem aos media e diz-" a mulher vive agora escondida e cheia de medo, depois que lhe retiraram a pulseira electrónica. Ela estava mais segura enquanto ele foi arguido". Já sabemos que os advogados, são um género que aparece sempre a travar-se de razões, por qualquer dos lados, desde que lhe paguem. A luta agora é contra um Juiz, Joaquim N. Moura, que divergiu mas que fundamentou numa de recriação analógica, e bem, as deliberações tomadas para retirar ao agressor ofendido na honra, e condenado por a levar a peito, a dita pulseira, que denuncia a sua presença, quando este se apresenta perto da comprovada vítima aos olhos da Lei, que não da moral convencional. Mas esta situação levanta uma questão. A vítima diz em sua defesa, que vive agora em pânico maior, por a pulseira-alarme ter sido retirada ao condenado e antigo companheiro. Supondo que ao arguido, lhe chegaria mais cedo ou mais tarde o direito a ver-se livre da pulseira, pois não iria usá-la a vida toda, quando é que a vítima-queixosa sobressaltada e em pânico por todo o lado, e mais o seu causídico, vão deixar o argumento do terror vitalício, que agora esgrimem, para atacar o Juiz que interpretou o disposto na Lei, e fundamentou a decisão então tomada, mas que alguns levianos argumentistas interpretam como um prémio ao condenado aliviado da tecnologia que lhe ia presa ao pulso ou na canela, pois parece que a queriam para sempre a ele amarrada, e até aos infernos? O juiz Neto de Moura também terá que ser condenado, pelo rigor na distância e frieza manifestada, a que os tais analistas apelidam de, decisão retrógrada e do século da treva? será ele o leviano, nesta "estória" alimentada por moralistas modernos, escribas, analistas, comentadores, especialistas em comportamentos gang bang, mas todos à cornada para lançar à fogueira o Juiz, das "convicções inabaláveis"? Pensem nisso, e na violência com que emitem opinião!*
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Liga NOS- SLB.4 vs Chaves.0
O jogo na Luz, deu para perceber em alguns momentos, de que Francisco J. Marques “avençou” alguns jogadores do Chaves para provocar lesões deliberadamente, a elementos fundamentais do BENFICA, de modo a que estes não intervenham no jogo determinante a realizar no Dragão, contra a equipa que lidera a Liga. Francisco J. Marques, já tinha adiantado o método, a aplicar, para facilitar a tarefa ao FCPorto de conseguir a vitória que lhe permita alcançar o título tão ambicionado. Isto é também o N.direito de especular sobre o mafioso homem da Comunicação dos azuis e brancos.
-*(DN,mdrª)
-*(DN,mdrª)
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
O títere
Não precisamos do génio da guitarra, Roger Waters, para sabermos quem nos quer dar música, e de que lado ela soa afinada e certa. Há uns tocadores puxados por cordas, que arrancam sonoridades fúnebres, usando gente em dificuldade, como carne para canhão. Há um títere que não está só, e rima com, guaidó. O títere foi preparado há anos para derrubar um povo e uma nação. O títere tem aliados, até por cá. Os bonecos andam espalhados também na governança lusitana, como apoiantes a mando da política do opressor imperialista do Norte da América. Devem ser denunciados e colados à história dos acontecimentos para que mais tarde se compreenda de que massa eles são feitos, e nunca mais o possam negar. Augusto Santos Silva, é um dos adesivos que toma posição de igual modo assassina, como aquela que constitui o apelo à matança feita por um animador de rua e de praça trauliteira, que chama para a rebelião e a morte, o povo, esmagado pelo rolo e dono ianque, desde que Chavez chegou ao poder, tal como Maduro, na Venezuela. O ministro Santos Silva, deve estar lembrado do que já lhe chamaram em Bragança quando era o responsável pela pasta da Educação, numa espera feita por professores, de onde saiu em passo de corrida, pela noite de protesto. Nós recordamos o epíteto que lhe desagradou e o atirou para o passado, tal como convém agora registar a colagem que ele faz ao agitador de massas, em Caracas, a fim de tomar o poder por via traiçoeira, que os seus mandantes lhe ordenam. Santos Silva por onde passa deixa o seu “perfume” suspeito, de consumidor de petróleo com sangue, rotulando-o de, elixir da Liberdade. Da dele, e dos seus acompanhantes. Num ritmo replicado com os mal intencionados!
*(hoje no DN.mdrª)
*(DTK.28.02resm)
*(DTK.28.02resm)
"O ativista inglês e co-fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters, gravou um vídeo para o festival "Hands Off Venezuela (Tirem Suas Mãos da Venezuela)", promovido pelo presidente Nicolás Maduro como um contraponto ao show "Live Aid", realizado por opositores do governo venezuelano na Colômbia; no final do vídeo publicado em sua conta no Twitter, onde canta ao som de um violão ele faz um brinde: "Viva Venezuela".
domingo, 24 de fevereiro de 2019
50º Hat Trick do Mágico Celeste
- É impossível qualificar Lionel Messi. Fiquemos por defini-lo de, soberbo. Só um qualquer atrasado mental é que se esforça por compará-lo com qualquer outro que magoa a bola e a empurra para onde está virado. Messi é o Rei do Futebol e Deus do Universo em movimento nos Estádios do desporto maior que arrasta multidões e envolve milhões. No desafio que pôs frente a frente, o Sevilha e o Barcelona, estando sempre à frente no marcador a equipa da casa, o monstro argentino, como se fosse o de "loch messie", surgia, e repunha a verdade no lago da justiça e no marcador. Três golos superiores, do mais elevado nível, deu a vitória difícil aos catalães, permitindo-lhes seguir na frente da La Liga, aqui no país vizinho e irmão de língua e de sangue. Com mais uma assistência para Suárez já no final da partida, o gigante jogador blaugrana, nascido em Rosário, Santa Fé, proclamou ao mundo toda a sua classe, e ridicularizou mais uma vez os seus inimigos, com cegueira grave e doentia. No Estádio Sánchez-Pizjuán em Sevilha, na Andaluzia, saído do desenho de Muñoz Monasterio, Lionel Messi, foi tudo quanto se pode narrar com magia, e fazer história mais maravilhosa e cheia de encanto, que ultrapassa o feitiço. Ele, é o maior e melhor-jogador-de-todos-os- tempos. O resto são trocos. Para ele mais um hat trick, impossível de igualar pelos que o querem imitar e perseguir!*
*(SÁBADO.28.02.rsmd-"Messi é soberbo"))
Recital de Messi y tres puntos de oro para el Barça en Sevilla
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019
Greve ao tacho
- Não teimo e muito menos juro, mas cá para mim, o Carlos Ramalho foi aconselhado a deixar de comer por uns dias. Olhando para ele e abservando bem o homem, ele está obeso, barrigudo até dizer, chega. Com certeza que algum enfermeiro atento às suas banhas que se enrolam por debaixo da camisa, formando pneus, e até dando-lhe forma de folhos por debaixo do casaco apertado, disse-lhe, num momento de greve em pausa, para ele fazer dieta rigorosa. Então ele tomou a difícil decisão de ir para um banco de jardim em frente do Palácio de Belém, e ali com a pasta preta dos alimentos de urgência, representa o papel de um grevista de fome, à espera que o presidente lá apareça com o colete amarelo fluorescente, para o assistir, já que os seus colegas enfermeiros estão de greve dura e não a podem furar para lhe dar apoio cirúrgico, nem vitaminá-lo como requer a situação, tal como se recusam a fazê-lo aos doentes dos hospitais. Desta forma, o sindicalista chefe, que já andava há tempos para iniciar um programa de emagrecimento, encontrou agora esta oportunidade para o fazer, disfarçando-a como gesto de luta a favor da resolução esperada e muito reivindicada. Por mim, sou a favor da greve encetada pela classe do sindicato que os representam, e não devem desistir dela para dar ajuda e cuidados de saúde ao grevista de fome, pois só contribuiriam para ele nunca mais perder o papado e as banhas que lhe pesam, para cima e para baixo da cintura;
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
A luta da Cassandra do Cara(ç)as
- Garanto que não vou entrar num pingpong com a Cassandra, pois seria uma guerra desigual que nem a de Tróia. Mas julgo que esta Cassandra não será uma dos 19 filhos de Príamo, e contudo talvez venha também a ser desacreditada e considerada louca por mais do que um Apolo e por Maduro, e ser vítima de maldição, tal como a da antiguidade. Esta Cassandra, apesar de guerrero, fala consolada por privilégio recebido por vir parar a um país que trata melhor os de fora e os recebe de braços abertos e lhes dá à chegada ao aeroporto, o que aos indígenas é negado, ou nem sequer atendido, quando necessitam de apoio. O que diz nesta guerra, denuncia desconhecimento próprio de quem aqui não fez vida, mas que soube depressa qual o país que lhe dá, privilégios chorudos, desde psicólogo, casa, friforífico cheio, assistência diversas. Ela não sabe que cá em Portugal, somos milhares os que não têm assistência médica nem medicamentosa senão tivermos dinheiro. O que não temos. Ela ignora que nas farmácias não há milhões de medicamentos e que são milhões de receitas médicas que não são aviadas, porque os portugueses são de tal modo pobres que nem sequer se deslocam às farmácias por falta de dinheiro para os levantar e nem às consultas aparecem desde que paguem taxa moderadora, como eu. Ela devia saber que se passa fome e frio de morte, e quando comem côdea, é porque estão numa lista de instituição misericordiosa ou caridosa, que lhes dá alimentos, pelo menos pelo natal, e cobertor para aquecer pela noite vivida entre caixas de cartão, na companhia do cão fiel e dos dejectos. A Cassandra, deve ter raiz nesta península, mas se não tem, escolheu bem o país de acolhimento e de refúgio, pois aqui é melhor tratada que os naturais nascidos, pois é uma característica das autoridades lusas, apoiarem depressa e bem os que vêm cá parar num interlúdio de fazer chorar a calçada. Rápido lhes descobre uma casa, emprego, facilidades para a felicidade, enquanto os de cá andam anos a esperar precisamente pelo mesmo. Os portugueses, andam sempre a pedinchar casa, emprego e pão anos a fio, mas passam a vida debaixo da ponte e à porta da miséria. Não vestem com a qualidade que eles exibem, com todos os dentes a brilhar, nem viajam para fora da porta e da sombra da sua rua. A Cassandra,que tem reservas para se por a andar do país de onde saiu, coisa que os portugueses como eu, não possui. Nem meios nem passaporte. Apenas vontade, o que é pouco e inseguro. Também convém saber, que vivemos entre o crime o assalto com morte a qualquer momento e por qualquer esquina, faça sol ou lua. Ela veio para um país com muita coisa, mas que não é nenhum paraíso. Aqui sofre-se pr´a burro, desde que se nasce e sem amigos influentes que nos desenrasquem emprego que garanta sustento. Também não temos cartão de multibanco e por isso dispensamos as máquinas MB. É que elas só dão a quem lá tem. Ela porém vai dispor de processos à disposição, que para nós não são dados. Nós levamos mais de metade da vida no silêncio, e na vergonha que se saiba, que somos pobres, desde os antepassados. O que vemos pela TV que chegam da Venezuela de Chavez e Maduro, filhos de Bolívar, são imagens de gente que veste bem, e melhor alimentada, com os dentes todos, enquanto os portugueses apresentam cara de fome e desdentados, mesmo a trabalharem no duro, e a descontarem para a segurança social ter fundos para a apoiarem, e a outros provenientes de estranhas partes que se instalam comodamente em tempo recorde, e crédito facilitado com taxa aveleludada, para além de ajuda internacional prevista para casos tais, que sabem usar com mestria e que os governos desbloqueiam a todo o vapor para eles desfrutarem e se relançarem em negócio lucrativo, e fazerem parte do tecido explorador empresarial. Outros arranjam boas colocações e em pouco tempo ficam melhor que nós. Disso sabemos nós desde tempos com que Abril nos enganou. Revolução que não foi bolivariana mas de instalação de compadrios. Aqui erguem-se bairros de todas as cores a sobreviverem entre a lama, a droga e o crime. Ela devia começar por prestar mais atenção e passar menos tempo nas compras no centro comercial e no mercado com os "panidólares" que trouxe de Caracas, ganhos com certeza fruto do trabalho e da padaria ou de outra banca rentável. Enquanto ela por certo ainda exibe nos dedos o ouro e jóias com que partiu e desembarcou, nós tivemos que o vender, quem o tinha, para pagar contas e comer, num esforço para manter os dedos. Os mesmos que vos apontam o lamento de quem perdeu privilégios, mas que se safam num país de oportunistas espertos, que se movem bem e de carro em bom estado. Nós continuamos a pé e a pedir. O vosso luxo venezuelano agora interrompido, é ainda melhor que a qualidade de vida que se nos anda colada nas contas mensais e sangrentas, quando a luz e a água é cortada, e quando o senhorio nos ameaça de despedimento. Cassandra Guerrero, enteada de Príamo, vê lá se aprendes, agora que tens a cobertura oficial de um país desigual para com os seus, que por cá andam às voltas a vaguear, em busca de saída. Invocastes Bolívar e eu termino com Aldous Huxley:-" A ditadura perfeita terá as aparências da democracia. Uma prisão sem muros, na qual os prisioneiros não sonharão sequer com a fuga. Um sistema de escravidão onde graças ao consumo, ao divertimento, os escravos terão amor à sua escravidão". E agora entro em "shut down"!*
-*(rspta a réplica d´uma leitora (Casandra Guerrero) in DTK.04-02. à N.carta" A luta continua" então pblcda)
Notícia no país da fartura!
É notícia num dos jornais de maior referência no país - o JN.
- 1 “Ordens pedem soluções
para falta de fármacos”
para falta de fármacos”
- 2 “Médicos assinam petição para Salvar farmácias”
- 3 - em caixa.-”...diabética 56 anos, está sempre a correr para a farmácia...para confirmar
se já chegou o medicamento que toma diariamente. O Januvia está esgotado há mais de duas semanas. Devido à ruptura interrompeu o tratamento...”
se já chegou o medicamento que toma diariamente. O Januvia está esgotado há mais de duas semanas. Devido à ruptura interrompeu o tratamento...”
- 4 - “O acesso dos doentes aos medicamentos está mais uma vez em risco....”
- 5 - “...Faltam medicamentos para os diabéticos e para o Parkinson...”
- 6 - Sabem em que país isto acontece? Não. Não é em Caracas. É num país fanfarrão, pró Guaidó e Trump...olineiro;
- 7 - Ainda não há notícia de camiões humanitários junto à fronteira para entrar com tais fármacos, porque os portugueses, vão directos a Espanha para os obter assim que vão comprar caramelos. Ainda bem que ela está aqui ao lado. Já os fanfarrões, estão nos ministérios saudáveis em Lisboa, a mandar bitaites ao Maduro, e a por a saúde dos portugueses que pela Venezuela labutam, em risco!*
Joaquim A . Moura
- (DN.mdrª)-*(JN.04.03)
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
De Saltão em saltão até à absolvição!
- O Processo que se arrastava no Tribunal desde 2012, e que foi abordado por nós desde essa data e silenciado ou contornado pelos media, sobre o assassínio da velhota através de arma oficial, fardada com crachat, mas do qual não se quis encontrar prova criminalizadora da autora, estando ela mesmo à frente do nariz e no pulso queimado, com o intuito de apressar herança, ainda anda por aí. Envolvido agora o companheiro da atiradora experimentada, mandado em paz, que absolvidos ambos pela Justiça ligeira e compreensiva em casos tais e a cheirar a corporativismo, vão para casa, ainda a tempo de festejar o Dia dos Namorados. Tudo bem neste banho de lama e de classe. Mas queremos revelar a nossa indignação, e registar, porque no ar, a certeza voa mais alto e por cima da dúvida provocada, que quando o casal de polícias se for deitar, sentar à mesa e viajar para relaxar, verão sempre sangue nas mãos dadas, canos a fumegar, um cheiro característico, consciência a pesar sobre os lençóis do leito amoroso, o tilintar das chaves de porta a ranger e a alertar para o crime cometido, e uma velhota a assombrar no meio da sala entre flores murchas, por onde escorreu a barbárie. Um crime mais, a ir parar ao arquivo dos casos que de Saltão em saltão, vão sujeitar-se ao pó da absolvição, quase em Dia de Namorados. Com flores renovadas e perfumadas, para espantar alguns fantasmas, que ainda esvoacem por lá!*
-*(DN.mdrª16-02)
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Coisas dos géneros. E o homem?
- Agora vem à baila cada vez mais e quase a deixar de ser, episodicamente, uma série de gente, homens sobretudo, armados em bem pensantes(sabe-se lá o que vai lá por casa deles), e a querer transfigurar a Mulher, em género sagrado, e plena de castidade. Poucos ou nenhum vem a terreiro expor-se para levantar umas certas verdades que estão na base da chamada, violência doméstica. Coisa velha, desde que o outro de espada em punho bateu na mãe, ou as arrastava pelo cabelo e pau na mão. Ninguém quer denunciar as atitudes agressivas e comportamentais das mulheres, esse feminino autoritário e que morde pela calada. Enquanto parceira e com bom sustento, ou em sua busca para melhorar os anéis, e copiar a vida da colega de trabalho, ambicionar mais do que promete o esforço do companheiro oficial, envereda por dar o passo maior do que a perna permite. Queixam-se de tudo agora. Umas com carradas de razão, outras sem razão às carradas. Juntam-se aos magotes pelos cafés à conversa, e contam umas às outras segredos de alcova. Também se lamentam do trabalho, rasca e mal pago. As que têm filhos, metem-nos ao barulho e fazem deles arma de afecto e de apoio, quando não de arremesso. Denunciam que têm o triplo do trabalho dos homens no lar pouco doce. Acredita-se. Mas eu vejo cada vez mais homens a lavar pratos, quer em casa quer na hotelaria. Lavam e estendem a roupa ao sol, porque a mulher não está e chega tarde, vinda sabe-se lá de que sombra. Os homens, lavam a loiça, e o WC. Tratam das avarias, enquanto elas estão ao tlm ou ao volante se carro têm. Esfregam-se na esteticista e no cabeleireiro, amigo de peito, enquanto eles limpam o pó. Esta é uma mulher especial e rara? Não. Ficam as mulheres rurais e fabris para serem objecto de estudo. Aqui nesta gama, repetem-se algumas coisas neste tempo moderno, sob influência dos shows que os media e as revistas desassossegam, tais almas, propensas. Elas querem tudo decorado e com brilho. Já não estão para viver com calma e fazem bulício por dá cá aquela palha. Os homens também tratam dos filhos e orientam-nos para a vida. É certo que outros se embebedam e vivem do sustento da mulher. E agridem à mínima alteração. Mas as mulheres sabem fazê-lo como ninguém, bastando-lhes para isso atirar-lhes à cara a sua limitação no campo salarial e qualidade de emprego ou sem ele. Humilham-nos. Sabem tudo sobre como rebaixar um homem. Guardam segredos. Nunca dizem que o trabalho acrescido delas, provém da preocupação que o parceiro oficial e legal lhes dá, acrescido daquele que têm pelo que arranjaram por fora enquanto o marido passa as noites e os dias nos turnos e demais desdobramentos a que está sujeito, e recebe à chegada a casa, apenas palavras de humilhação e destruidor da paz e da auto-estima. A mulher sabe como esmagar e encostar à parede o companheiro de partilha mas de quem se cansa e engana, a conselho até das amigas com quem passa mais tempo. É moda hoje elas porem em cima da mesa pratos cheios de problemas, e meterem ao forno a carne de outro invasor que se apresentou com boas propostas e recheio à vista. O marido nunca gostou de cornos. Ninguém fala destes apêndices, por mais saborosos que eles sejam. É tabu. E isto é velho como o mundo, e por mais que os bem-pensantes e palradores de sofá e de têvê, irá sempre ser prática da condição humana. A traição paga-se cara. Infelizmente, A Natureza clama que assim será. Elas podem ajudar a parar com estes desfechos de violência, usando a inteligência, se evitarem meterem-se em alhadas muito apimentadas. "A cozinha deve ser vista como um prazer em família, e não como um gadget lubrificado e clandestino. Ninguém as pretende submissas, mas também dispensam-nas autoritárias e mafiosas, como agora se arrebitam cada vez mais. Aos homens, também não se lhes perdoa a falta de respeito e de educação pela pessoa que jurou fazer vida ao seu lado, na paz e no amor. Os discursos dos "bem-na-vida e com poder" irão continuar, e condenar este "género" de narrativa. Ficamos nós a imaginar o que vai pelo doce lar deles, até sair nos média a contarem-nos tais episódios, antes de chegarem aos tribunais!
- (*-só expus uma milionésima parte desta complexidade relacional e conjugal)
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
As cores da feira
- Hoje está um dia lindo. Fui à feira dos 10 em Penafiel, que caiu no 11, porque ontem foi domingo. Saudades de ver aqueles rostos, ouvir aqueles pregões e chamamentos e afinal muito silêncio. Dependurado nas cordas algum desânimo. A feira está fraca. O povo, olha olha e vê cada vez menos e a preto e branco apesar das cores a abanar. Em Lisboa dizem que a Economia está de boa saúde. Por aqui está feita num trapo. Conversamos umas com as outras. Contentamos-nos com pouco e com a sorte do vizinho. Assim ninguém no fim fica a rir. É da natureza humana, este sentir. Amanhã parte-se para outro lugar e talvez por lá o sol esteja mais solto e o dia brilhe mais. Logo faremos as contas, e até ao desmanchar das barracas alimentamos-nos de esperança. Que remédio!*
-*(JN-25.02)
domingo, 10 de fevereiro de 2019
O caso Mou
- Regresso ao tema que aqui já dei nota. Mourinho, que durante muito tempo enganou alguma imprensa e alguns aficionados, que o apelidavam de "special one", enquanto treinador e estratega fora de série nas conjecturas do futebol, foi despedido do Manchester United, antes de mandar este célebre clube inglês, para um lugar da Premier League, difícil de o recuperar. Ele próprio disse enquanto preparava as malas de saída, que só com um milagre o clube chegaria à 4ª posição, a um lugar que lhe permitisse entrar no europeu do Futebol. Ora o milagre chegou, mas por acção e graças a Solskjaer, Antigo jogador e de nível com qualidade, o que não acontecia com o José de Setúbal, que mal chutou uma bola. Desde que o são Gunnar pegou na equipa de Pogba, foi sempre a somar e a subir na tabela classificativa. Mourinho tem agora a possibilidade e o vagar para se submeter a um estágio junto do técnico que o substituiu, para que depois possa retomar o trabalho numa qualquer outra equipa de outro país que queira arriscar, já na posse de mais filosofia a juntar aos bitaites que manda sempre com ar de fino lorde. Talvez assim ele recupere o cognome, "special two, three, four, five..." que anda nas ruas de amargura e sem colocação segura. Uns Inocentes, outros ingénuos, sempre haverão;*
-*(rvtªSÁBADO-21.02)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
Requisição Civil tardia
- Enquanto os portugueses não tomarem uma atitude objectiva e contundente, e deixarem os enfermeiros julgarem-se donos da saúde do povo e dos hospitais, o país também não deixará as muletas em que se move. Esta classe privilegiada e fortemente reivindicativa, que sabe da sua importância no funcionamento das unidades de cuidados de saúde, abusa e tresanda em excessos de afrontamento do dever à prestação dos serviços que lhe são exigidos, e do conhecimento adquirido que o país lhes pagou durante a formação, e lhes paga para o exercício da função, respeitando o seu direito razoável a melhores condições para o fazer, mas sem que ponham em causa o direito à vida dos doentes a quem estão obrigados a cuidar, mas sem que se lhes consinta julgarem-se donos de tais bens. Enquanto o povo não os encostar às macas, e oxigená-los com o soro da responsabilidade, o valor da saúde nas mãos deles, será sempre uma seringa atómica para eles usarem como arma letal, quando o paciente dependente está à espera apenas de uma intervenção que lhe cure os males de que vem sofrendo na sala de espera e do adiamento há alguns anos. Por mim, eles já estavam sujeitos à Requisição Civil, "encavacava-os na ordem" há muito, para cumprimento da suas obrigações, sem ai nem ui. Se eles reclamassem, eu mandava-os ir tomar aspirina ou um banho relaxador!*
-*(revtª "Sábado"-14.02)
-*(revtª "Sábado"-14.02)
Meias desculpas
- Os Bombeiros andam pelos Tribunais a tentar abafar as culpas que lhes cabem nos desastres vindos a lume, desde o quartel até à ponta da mangueira, e durante o ataque no meio das chamas que ateiam na gestão da função e da matéria. Função para a qual dantes, só respondiam ao toque e corriam a pé, ou de bicicleta de pedal, os operários da construção civil, trolhas pedreiros, carpinteiros, mecânicos, chapeiros, sapateiros, desempregados, cobradores de quotas, e afins. Hoje as Corporações têm um elevado estatuto, aonde todos querem entrar e até é preciso cunha e fazer soar qualquer sirene, para lá chegar e envergar farda pomposa e garbo no desfile. Hoje os quartéis são lugar apetecido e só lá entra quem já lá tiver a família e até esposa e filho, e outras raparigas a dar com um sorriso. Dantes não era assim. Todos entendiam que aquilo, era posto e farda de sem brilho, e para disponíveis de pé descalço e da bebida. Hoje é um luxo. Mas estes importantes intervenientes na paz do nosso viver, e por isso são soldados da solidariedade, na tentativa de se "limparem das cinzas e faúlhas" que os envolvem, debitam desculpas de mau pagador. Argumentam em tribunal, que as suas falhas e incompetências se devem à "falta de meios" para combater o que tem de ser dominado a tempo e horas, na cidade e no campo, em prédios e matas, altos, e na estrada do acidente e da morte. Ora tal argumento contém uma importância quanto pobreza argumentativa, e sem fim, se pegar. É uma fuga às responsabilidades e qualidade de actuação no terreno e na gestão dos tais meios. Assim, se esta "narrativa" colhesse em tribunal ligeireza de absolvição, os médicos, enfermeiros,funcionários públicos, forças policiais, administrações diversas, direcções da banca e finança, etc. deitavam mão, com o jeito que adquiriram, desta desculpa esfarrapada, e tudo estava explicado e tudo lhes seria perdoado, seriam todos ilibados de culpas, mesmo se das suas acções resultaram enormes perdas e prejuízos para um povo inteiro e para o património de todos nós. O argumento aceite, alargar-se-ia aos vários sectores e classes em défice de comportamento, e jamais podiam ser culpados seja do que quer que fosse. Sabemos nós, que é bom gestor e melhor interveniente da coisa que abraçam e aceitaram cumprir, aqueles que fazem obra e apresentam bons resultados, com os meios suficientes, que têm, e que correspondem a anos de reivindicação para os obter e possuem. Se durante os tempos de baixa acção, de ócio nos quartéis, se debruçarem mais sobre a manutenção dos meios em bom estado ou a merecer atenção, e não no alheamento e na defesa do compadrio, reivindicando tudo e mais alguma coisa, com alguns a achar que eles e elas são uns coitadinhos. Porém hoje para entrar num quartel e envergar aquelas fardas, é preciso altos conhecimentos e boas cunhas, para tirar da frente o estorvo à porta, ao contrário do que sucedia quando éramos miúdos a sonhar ser polícia ou bombeiro. Desejo que passava depressa, e hoje modo de vida e profissão pago como nunca. Para muitos, uma arrogância, vaidade e mamanço com medalhas!
Subscrever:
Comentários (Atom)




